Mais um texto excelente. Ando consumindo bem menos entretenimento justamente por poder ser outra hora, outra coisa mais interessante, mais edificante, etc. Estar presente no que estamos consumindo é desafio.
Hj o que dá pra fazer é escolher suas batalhas. Por exemplo, eu procuro ler. Leio quadrinhos, livros, vc e mais alguns aqui. Quanto menor, melhor. O que sobrar de tempo, bom aí eu penso o que vou fazer, o que vou assistir... Abraço
Eduardo, estas questões são mesmo interessantes - principalmente para os que moram em regiões mais centrais... Na periferia amazônica ainda lutamos contra a falta de acesso a tudo, muito embora consuma-se muito entretenimento em meio à miséria educacional, intelectual.
Pois é. Eu mesmo não tenho água potável encanada em casa, no entanto, trabalho pra indústria cultural. A produção cultural de vários países periféricos salvou a Netflix. E por aí vai. De alguma forma, estamos todos nessa barca.
Excelente reflexão. Fiquei pensando sobre as empresas como a Reservoir Media, um modelo que eu desconhecia, e UAU, faz total sentido! Lendo seu texto eu me dei conta de que o meu cansaço contínuo é justamente porque estou o tempo todo consumindo cultura/entretenimento. Porque até quando eu saio para dar uma volta, eu estou com os fones de ouvido consumindo música ou podcast (ou às vezes, até mesmo audiobook).
Acho que eu até já escrevi sobre isso, em 2005. Vou achar o texto e republicar. Era a época que as timelines começaram a ficar mais populares. E o consumo de conteúdo foi migrando pra coisas cada vez mais curtas, o que incentiva à compulsão. Como você bem descreveu acima.
Mais um texto excelente. Ando consumindo bem menos entretenimento justamente por poder ser outra hora, outra coisa mais interessante, mais edificante, etc. Estar presente no que estamos consumindo é desafio.
Demorou, mas finalmente deu certo! Depois desse artigo, eu me interessei pelo livro do Hickey, li e acabo de postar lá no Cinem(ação) um pequeno artigo sobre ele: https://cinemacao.com/2024/01/20/you-are-what-you-watch-o-livro-sobre-o-poder-do-cinema/
Oportunas reflexões, meu caro!
Tenho gostado muito das suas análises sobre internet e cultura.
Uma honra pra mim.
Hj o que dá pra fazer é escolher suas batalhas. Por exemplo, eu procuro ler. Leio quadrinhos, livros, vc e mais alguns aqui. Quanto menor, melhor. O que sobrar de tempo, bom aí eu penso o que vou fazer, o que vou assistir... Abraço
Obrigado por me colocar nessa lista!
Me lembrou o Kwai, que paga p vc assistir vídeos e propagandas
Minha mente está assim: 🤯
Eduardo, estas questões são mesmo interessantes - principalmente para os que moram em regiões mais centrais... Na periferia amazônica ainda lutamos contra a falta de acesso a tudo, muito embora consuma-se muito entretenimento em meio à miséria educacional, intelectual.
Pois é. Eu mesmo não tenho água potável encanada em casa, no entanto, trabalho pra indústria cultural. A produção cultural de vários países periféricos salvou a Netflix. E por aí vai. De alguma forma, estamos todos nessa barca.
Estranho mundo desigual em que todos estamos, de uma forma ou de outra, entrelaçados. Tens toda razão!!
Excelente reflexão. Fiquei pensando sobre as empresas como a Reservoir Media, um modelo que eu desconhecia, e UAU, faz total sentido! Lendo seu texto eu me dei conta de que o meu cansaço contínuo é justamente porque estou o tempo todo consumindo cultura/entretenimento. Porque até quando eu saio para dar uma volta, eu estou com os fones de ouvido consumindo música ou podcast (ou às vezes, até mesmo audiobook).
Pois é. Muita mídia pra pouco corpo.
Acho que eu até já escrevi sobre isso, em 2005. Vou achar o texto e republicar. Era a época que as timelines começaram a ficar mais populares. E o consumo de conteúdo foi migrando pra coisas cada vez mais curtas, o que incentiva à compulsão. Como você bem descreveu acima.