Amei a reflexão e a analogia. Me senti um fungo, hora fragmentando, ora construindo, aqui no solo do ecossistema digital.
A gente fica apreensivo com tantas incertezas, mas quando foi que tivemos alguma certeza (fora da ilusão do império, seja da Cidade Eterna, seja do Tio Sam)?
Essa visão de que somos nós que alimentamos as IAs (que eu concordo), me veio numa lembrança gostosa, do Zagallo falando com dedo em riste: vocês vão ter que me engolir!
Super boa sorte nessa fase, Eduardo! Curti muito o texto, acho que traz contrapontos interessantes para o que vem sendo falado sobre o chatGPT e IAs em geral.
Gosto de pensar que as fontes das informações sempre partem dos humanos, mas o que nos define como humanos talvez tenha se transformado depois de alguns anos de intensa convivência e absorção de tecnologia. Sempre se espera muita criatividade, amor e sensibilidade vindo de nós, mas será hehehe. Nossas emoções e pensamentos às vezes soam tão automatizados ou alienados, pra falar o mínimo. Sinto q somos tecnologia retroalimentando tecnologia.
Como para todo movimento existem reações, fico ansiosa aguardando o que virá para equilibrar ou confrontar tanta modernidade. Beijos!
Aí está um assunto interessante: a expectativa de que humanos são mais criativos. Vou pensar melhor sobre isso. Obrigado por levantar a bola.
Acho que deve haver alguma ampliação nessa tendência da volta do papel, assim como aconteceu com o vinil e algumas coisas analógicas / orgânicas. Mas é provável que haja muitos cenários ao mesmo tempo.
Gostei muito do texto e me lembrou um perfil que eu tô encantada no instagram, chamado filmeiro, que ele criou um card game inspirado em Salvador e nas ilustrações utiliza IA. Foi um mundo novo que se abriu as discussões que ele levantou, é como se tivesse me dado uma lupa para eu enxergar pequenos insetos coloridos dentro da mata. Assim como aquela sua conversa no evento o texto e o tempo. Obrigada por isso!
Amei a reflexão e a analogia. Me senti um fungo, hora fragmentando, ora construindo, aqui no solo do ecossistema digital.
A gente fica apreensivo com tantas incertezas, mas quando foi que tivemos alguma certeza (fora da ilusão do império, seja da Cidade Eterna, seja do Tio Sam)?
Incerteza dá um baratozinho que é legal também. Usando com moderação... :D
Essa visão de que somos nós que alimentamos as IAs (que eu concordo), me veio numa lembrança gostosa, do Zagallo falando com dedo em riste: vocês vão ter que me engolir!
O Zagallo, no caso, somos nós.
beijo.
Super boa sorte nessa fase, Eduardo! Curti muito o texto, acho que traz contrapontos interessantes para o que vem sendo falado sobre o chatGPT e IAs em geral.
Gosto de pensar que as fontes das informações sempre partem dos humanos, mas o que nos define como humanos talvez tenha se transformado depois de alguns anos de intensa convivência e absorção de tecnologia. Sempre se espera muita criatividade, amor e sensibilidade vindo de nós, mas será hehehe. Nossas emoções e pensamentos às vezes soam tão automatizados ou alienados, pra falar o mínimo. Sinto q somos tecnologia retroalimentando tecnologia.
Como para todo movimento existem reações, fico ansiosa aguardando o que virá para equilibrar ou confrontar tanta modernidade. Beijos!
Aí está um assunto interessante: a expectativa de que humanos são mais criativos. Vou pensar melhor sobre isso. Obrigado por levantar a bola.
Acho que deve haver alguma ampliação nessa tendência da volta do papel, assim como aconteceu com o vinil e algumas coisas analógicas / orgânicas. Mas é provável que haja muitos cenários ao mesmo tempo.
Gostei muito do texto e me lembrou um perfil que eu tô encantada no instagram, chamado filmeiro, que ele criou um card game inspirado em Salvador e nas ilustrações utiliza IA. Foi um mundo novo que se abriu as discussões que ele levantou, é como se tivesse me dado uma lupa para eu enxergar pequenos insetos coloridos dentro da mata. Assim como aquela sua conversa no evento o texto e o tempo. Obrigada por isso!
Obrigado! Não conheço esse perfil. Valeu por compartilhar.